Regimento Interno do TCM/GO:

Art. 75. Compete ao Controle Interno do Tribunal:
I – avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, na lei de diretrizes orçamentárias e na lei orçamentária anual, bem como suas alterações em nível de projetos e atividades;
II – aferir a legalidade e avaliar os resultados quanto à eficácia e à eficiência da gestão orçamentária, financeira, contábil, operacional e patrimonial;
III – apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional;
IV – verificar a consistência dos dados contidos no Relatório de Gestão Fiscal, conforme estabelecido no artigo 54, da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, que deverá também ser por ele assinado;
V – verificar e avaliar a adoção de medidas para o retorno da despesa total com pessoal ao limite de que tratam os artigos 22 e 23, da Lei Complementar no 101/2000; VI – verificar a observância dos limites e das condições para realização de operações de crédito e inscrição em Restos a Pagar; VII – verificar a destinação de recursos obtidos com a alienação de ativos, tendo em vista as restrições constitucionais e as da Lei Complementar no 101/2000.

A Controladoria Interna do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás, é unidade vinculada à Presidência e possui competências nos termos da Resolução Normativa nº 003/04, in verbis:

Art. 2.º – O Controle Interno será dirigido pelo Controlador Interno, designado dentre os servidores do Órgão, com as seguintes competências:
I – avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, bem como suas alterações em nível de Projetos e Atividades, e a Execução financeira nas fases das despesas relativas ao Tribunal de Contas dos Municípios;
II – comprovar a legalidade e avaliar os resultados quanto à eficácia e à eficiência da gestão orçamentária, financeira e patrimonial;
III – apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional;

Art.3.º – Compete ainda ao sistema de controle interno, além de outras atribuições que lhe forem fixadas no ato de sua instituição:
I – verificar a consistência dos dados contidos no Relatório de Gestão Fiscal, conforme estabelecido no art. 54, da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, o qual deverá ser assinado também pelo responsável pelo controle interno;
II – verificar e avaliar a adoção de medidas para o retorno da despesa total com pessoal ao limite de que tratam os arts. 22 e 23, da Lei Complementar no 101, de 04/05/2000;
III – verificar a observância dos limites e das condições para realização de operações de crédito e inscrição em Restos a Pagar;
IV – verificar a destinação de recursos obtidos com a alienação de ativos, tendo em vista as restrições constitucionais e as da Lei Complementar no 101, de 04/05/2000;
V – avaliar o cumprimento das metas estabelecidas no Plano Plurianual, na Lei de Diretrizes Orçamentárias e no Anexo de Metas Fiscais;
VI – avaliar a execução do orçamento do Tribunal;

A Unidade de Controle Interno desta Corte é composta pelos servidores efetivos: Lara Cristina de Olival Kovtunin (Controladora Interna) e Breno Silva (Analista Administrativo), além do estagiário Warlaniery Sadrak.